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Início » Por que o telhado metálico volta a vazar depois de dois verões?

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TELEVENDAS
Por que o telhado metálico volta a vazar depois de dois verões? | Imperlast
Imperlast PRO

Conhecimento técnico / Coberturas metálicas

Por que o telhado metálico volta a vazar depois de dois verões? E como resolver

Vedaram os parafusos, o teste passou, e a água voltou pelas mesmas emendas. Isso se repete porque quase sempre se escolhe o produto por um número só da ficha técnica e preço. E o que segura uma cobertura metálica é o conjunto de fatores.

Imperlast · Leitura de 4 minutos

A dor

A chapa se mexe todo dia, e a membrana paga a conta

A goteira volta porque o reparo comum ataca o sintoma. Passa-se mais produto sobre o parafuso que pinga, a chuva seguinte não acusa nada, e no verão seguinte a mesma emenda reabre. Para quebrar o ciclo, primeiro é preciso entender o que a chapa faz enquanto ninguém está olhando.

Telha metálica é fina e não tem massa para amortecer nada. Ao meio-dia ela passa dos 70 °C. Na madrugada volta para perto dos 20 °C. Uma fileira de telhas de 12 metros se estica cerca de 7 milímetros entre uma hora e outra, e encolhe de volta. Todo dia, o ano inteiro.

Some a isso a trepidação: vento entre as fixações, o estalo do deslizamento aos trancos, ponte rolante, exaustor, chuva forte. Movimento pequeno, mas milhares de repetições por ano.

E esse movimento não desaparece. Ele corre pela telha inteira até encontrar a primeira interrupção e descarrega tudo ali. Aí está a armadilha da cobertura metálica: o ponto que precisa ficar estanque é exatamente o ponto que absorve o movimento. Emenda, parafuso, cumeeira, rufo, calha.

Os sete pontos que decidem a estanqueidade nenhum deles fica no meio da telha 01 02 03 04 05 06 07 01 · Traspasse longitudinal dilatação · trepidação 02 · Traspasse transversal dilatação · trepidação · água escoa contra 03 · Parafuso e costura trepidação · envelhecimento da arruela 04 · Cumeeira duas águas em sentidos opostos 05 · Rufo e encontro com alvenaria dois materiais, dois coeficientes 06 · Calha e ponto baixo água parada somada a movimento 07 · Chapa oxidada e furo antigo base fraca, borda irregular, corrosão ativa os sete acumulam dois ou três esforços ao mesmo tempo

arraste a figura para o lado para ver inteira

Onde o telhado realmente vaza. Sete pontos concentram quase todas as falhas, e nenhum deles fica no meio da telha. Cada um é ao mesmo tempo um caminho de água e um lugar onde o movimento se junta.
A solução

A Tríade da Engenharia bSMp

A impermeabilização de uma cobertura metálica não depende de um número, depende de três forças que só funcionam juntas. Foi em torno delas que a Borracha bSMp® foi desenvolvida, e a Borracha bSMp® MetalGuard é a linha dessa família formulada para telhado e silo.

O que ela trouxe: poliuretano alifático incorporado, nanoaditivo de proteção UV e balanceamento por engenharia de materiais. Uma formulação pensada para entregar as três no ponto máximo, em vez de esticar um número e sacrificar os outros. Cada valor abaixo é resultado de ensaio, registrado no boletim técnico.

Aderência · 1,74 MPa O quanto ela está colada

A força que prende a membrana na chapa. É o quanto você precisa puxar para arrancá-la do metal. Três vezes e meia o mínimo que a norma exige.

Tração · 2,70 a 4,80 MPa O quanto o filme aguenta

A força que a própria membrana suporta ao ser esticada. É a resistência do material, não da colagem. Sobe para 4,80 quando recebe o véu de reforço.

Alongamento · 350% O quanto ela estica

Quanto o filme se alonga antes de romper. É a folga elástica que acompanha a dilatação da telha sem trincar.

Os três não competem, eles trabalham em conjunto. E a ordem entre os dois primeiros decide tudo: com a aderência menor que a tração, a membrana solta um trecho ao redor do ponto de esforço e usa o alongamento que tem. Se fosse maior, ficaria presa, não trabalharia e romperia.

A Tríade da Engenharia · bSMp® MetalGuard três forças medidas em norma, protegidas por uma quarta. Resultados do BT-31. RESISTÊNCIA À TRAÇÃO 2,70 a 4,80 MPa · NBR 13321 · 16548 mínimo de norma: 1,5 MPa · 2,70 sem armadura, 4,80 com véu ALONGAMENTO 350% · NBR 16548 mínimo de norma: 100% RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA 1,74 MPa · NBR 12171 mínimo de norma: 0,5 MPa · 3,5× RESISTÊNCIA UV 1.000 h de câmara UV · ASTM G154 sem bolha, sem fissura e sem esfarelar 1,74 MPa de aderência < 2,70 MPa de tração a hierarquia se mantém até na configuração sem armadura por isso ela descola antes de rasgar Tire o anel e as três somem juntas. É exatamente o que acontece com uma membrana sem estabilidade contra o sol.
A tríade, com os valores de ensaio do bSMp MetalGuard. As três forças em equilíbrio, envolvidas pela resistência UV. Repare que a aderência é menor que a tração: é isso que faz a membrana descolar antes de rasgar.

O que protege as três é a quarta força: a resistência UV

Aqui está o detalhe que a maioria das fichas técnicas não conta. A membrana não racha por causa da dilatação. Racha por causa do sol. A radiação UV resseca o filme e derruba o alongamento ano após ano, em silêncio. Quando a emenda finalmente cobra, no segundo ou terceiro verão, o material que ia esticar já virou casca. É por isso que tantas tecnologias craquelam e rompem: elas nascem flexíveis e envelhecem duras.

Em telhado o relógio corre mais rápido, porque a chapa é a superfície mais quente de qualquer obra. A Borracha bSMp® foi aprovada no ensaio de 1.000 h em câmara UV, conforme a ASTM G154, sem bolha, sem fissura e sem esfarelar. É essa resistência que blinda a tríade e mantém as três forças de pé no ano em que o telhado realmente vai precisar delas, não só no dia da aplicação.

O erro do balcão é comparar um número só. Impermeabilização se avalia pelo conjunto, não pela ponta.

Por que grudar demais é um problema, e não uma garantia

Parece que quanto mais colada, mais protegida. É o contrário. Olhe uma sobreposição de telhas às duas da tarde: as duas chapas não se afastam uma da outra, uma desliza sobre a outra. E o bordo cortado da telha de cima trabalha como lâmina contra a membrana.

Colada com força demais, a membrana não consegue soltar as bordas. Todo o esticamento se concentra em fração de milímetro e a película rompe contra a quina. Ela não teve para onde trabalhar.

O que acontece na emenda ao meio-dia as duas chapas não se afastam. Elas deslizam uma sobre a outra. A. TRAÇÃO E ALONGAMENTO JUNTOS véu estruturante vira ponte e absorve o deslizamento ESTANQUE B. SÓ ALONGAMENTO, TRAÇÃO BAIXA o bordo funciona como lâmina a água corre por baixo da chapa RUPTURA A regra que decide a emenda a cola tem que ser mais fraca que o filme › assim ele solta um trecho e estica, em vez de rasgar no bordo
A mesma emenda, dois desfechos. Com tração e alongamento trabalhando juntos, a membrana vira ponte e absorve o deslizamento. Com o filme fraco, o bordo cortado da chapa o corta como lâmina.

E não é só sim ou não. Quanto maior o trecho que a membrana consegue soltar, menos ela precisa esticar para vencer o mesmo movimento. É o mesmo deslizamento de 2 mm nos quatro casos abaixo, mudando só a folga disponível.

O mesmo movimento de 2 mm, quatro desfechos diferentes muda uma coisa só: quanto de filme conseguiu ficar livre ao redor da emenda COMPRIMENTO LIVRE QUANTO PRECISA ESTICAR, A CADA CICLO livre 0,2 mm 1000% rompe no primeiro verão livre 1 mm 200% consome quase toda a reserva livre 5 mm 40% dentro do material, mas repetindo livre 20 mm 10% trabalha folgada No telhado, esse comprimento livre não pode ser sorteado pela obra. Ele tem que ser projetado no detalhe.

arraste a figura para o lado para ver inteira

O mesmo movimento, quatro desfechos. Quanto mais a membrana solta ao redor do ponto de esforço, menos ela precisa esticar. Colada demais, entrega tudo em fração de milímetro e rompe. Valores ilustrativos do comportamento.

No telhado ainda existe uma contradição a resolver: a folga que salva o filme é um trecho não colado, e trecho não colado é o que o vento usa para levantar o sistema. Por isso ela não pode vir de afrouxar a cola. A solução é o reforço estrutural nos pontos críticos. O boletim especifica o véu de poliéster 45 g/m², em faixa de 15 cm, nas emendas, na cumeeira, nos rufos, nas calhas e na linha de parafusos. Nos parafusos, também pode ser utilizado o Selante de Borracha bSMp®. Quinze centímetros é muito mais folga do que os poucos milímetros que a conta exige, e é por isso que o detalhe funciona.

Juntando tudo, é assim que o sistema trabalha na região de um parafuso. As três forças não agem ao mesmo tempo: elas agem em sequência, e cada passo só existe porque o anterior deu certo.

A ordem que salva o parafuso as três forças não agem ao mesmo tempo. Agem em sequência. 01 · DILATAÇÃO E TREPIDAÇÃO A chapa se mexe a telha se movimenta toda a força chega ao filme colado em cima do parafuso 02 · ENTRA A ADERÊNCIA O filme descola descola, não rasga a aderência é menor que a tração do filme o elo mais fraco passa a ser a cola, e não a membrana 03 · ENTRA O ALONGAMENTO O filme estica estica e absorve SEM FADIGA o alongamento entra agora, no trecho que ficou livre o parafuso para de acumular Inverta a ordem, com aderência maior que a tração, e o passo 02 vira rasgo. O passo 03 nunca acontece. Perca a base UV e, no terceiro verão, não sobra alongamento para o passo 03.

arraste a figura para o lado para ver inteira

A ordem que salva o parafuso. Corte esquemático sem escala na região de um fixador. Cada passo só acontece porque o anterior deu certo, e é isso que impede o esforço de se acumular no parafuso.

É esse equilíbrio, aderência abaixo da tração e alongamento suficiente para acompanhar a chapa, protegido pela resistência ao sol, que transforma três números soltos em um sistema que dura.

Quem compra a Borracha bSMp® está comprando essa engenharia balanceada. O balde é só o meio de transporte.

Borracha bSMp®

A engenharia que se prova.

Imperlast PRO

Quer conhecer a Borracha bSMp® para o seu telhado e resolver o problema de vez?

O time técnico da Imperlast avalia o seu problema e apresenta a solução. A conversa é sem custo e sem compromisso de compra.

Falar com o televendas (31) 3245-8745 contato@imperlast.com

Imperlast, a inovação em impermeabilizantes. Mais de 5 milhões de m² aplicados em 27 estados, ISO 9001:2015 nº 23.093/21 e laboratório de P&D próprio. Borracha Híbrida Indústria e Comércio Ltda, CNPJ 28.128.899/0001-41.

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